Corri, e não saí do lugar.
Busquei, mas não consegui achar.
Águas de outras fontes.
"Tenho sede", então subi ao monte.
Lá de cima pude ver
Tantas cisternas rotas
Que com minhas próprias mãos cavei.
Não retiveram nenhuma gota.
Chorei.
Mágoas em forma de lágrimas
Memórias ruins em uma caixa
Escura como o meu próprio ego;
Ressoa minha dor em um eco
Quão cego!
Pela Tua graça, porém
Encontrei a fonte.
Água viva, manancial,
Essência vital.
Flui em mim o Teu rio
E já não sou eu quem vivo,
Mas Cristo vive em mim!
(Laís Lacerda, em profundo agradecimento).
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